
O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+. Veja elenco, história, data de lançamento, curiosidades e o que esperar da aguardada sequência.
Depois de quase duas décadas, um dos filmes mais marcantes dos anos 2000 ganha uma continuação. O Diabo Veste Prada 2 chega ao Disney+ no dia 29 de julho de 2026, reunindo novamente Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci em uma história que promete mostrar como o universo da moda e do jornalismo mudou nos últimos anos.
Abaixo você pode continuar a
leitura do artigo
O retorno da franquia era aguardado pelos fãs desde o enorme sucesso do longa lançado em 2006, que arrecadou centenas de milhões de dólares, recebeu indicações a prêmios importantes e se transformou em um verdadeiro fenômeno da cultura pop. Frases icônicas, figurinos memoráveis e personagens inesquecíveis fizeram do filme uma referência até para quem nunca trabalhou no mundo da moda.
Agora, O Diabo Veste Prada 2 aposta em uma narrativa mais madura, trazendo de volta personagens conhecidos para enfrentar desafios completamente diferentes daqueles vistos no primeiro filme. O cenário mudou, o mercado editorial foi transformado pelas plataformas digitais e antigas rivalidades voltam à tona.
A seguir, confira tudo o que você precisa saber antes de assistir.
Leia mais:
Sessão da Tarde: confira os filmes que a Globo exibe entre 27 e 31 de julho
A sequência estreia exclusivamente no Disney+ em 29 de julho de 2026. O lançamento faz parte da programação de novidades da plataforma entre os dias 27 de julho e 2 de agosto e chega poucos meses após a passagem do longa pelos cinemas.
Para quem deseja rever a história original antes de assistir à continuação, o primeiro O Diabo Veste Prada também está disponível no catálogo do Disney+.
Quase vinte anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, Andy Sachs retorna ao universo da revista Runway, mas em uma posição completamente diferente.
Agora consolidada como editora de reportagens especiais, Andy reencontra Miranda Priestly justamente em um momento delicado para a tradicional revista de moda. O mercado editorial enfrenta uma crise provocada pela transformação digital, pela mudança no comportamento do público e pela força das redes sociais.
Enquanto Miranda tenta preservar o prestígio e a influência que construiu ao longo da carreira, Andy surge muito mais experiente e segura de suas decisões profissionais.
Ao mesmo tempo, Emily Charlton também retorna à trama, mas ocupando um cargo de destaque em uma grande empresa do setor de luxo, tornando-se peça fundamental nos conflitos da nova história.
Uma das maiores atrações da sequência é justamente o retorno do elenco principal.
Mais uma vez, Meryl Streep interpreta a poderosa editora-chefe da Runway.
A personagem continua conhecida por seu perfeccionismo, inteligência e liderança implacável, mas agora enfrenta um mercado muito diferente daquele que dominava nos anos 2000.
A transformação do jornalismo e das revistas impressas é um dos principais temas da continuação.
Andy Sachs não é mais a jovem recém-formada que enxergava a moda apenas como um emprego temporário.
Após construir sua própria carreira, ela volta ao universo da Runway com uma visão muito mais madura sobre o mercado editorial e sobre a própria Miranda.
Essa evolução promete ser um dos pontos centrais do roteiro.
Emily continua ambiciosa, elegante e extremamente competitiva.
Na sequência, ela ocupa um cargo importante dentro do mercado de luxo, criando novos conflitos com Miranda e Andy.
A rivalidade entre as personagens ganha uma nova dimensão.
Nigel permanece como um dos personagens mais carismáticos da franquia.
Além de oferecer momentos de humor, ele continua sendo uma das principais referências do universo da moda dentro da história.
Além dos protagonistas, a sequência apresenta novos personagens.
Entre os destaques estão:
Esses novos nomes ajudam a ampliar o universo da franquia e representam a renovação da indústria da moda apresentada pelo roteiro.
Outro fator que aumenta a expectativa é o retorno dos profissionais responsáveis pelo sucesso do primeiro filme.
David Frankel assume novamente a direção, enquanto Aline Brosh McKenna volta a assinar o roteiro.
A produção continua baseada no universo criado por Lauren Weisberger, autora do romance que inspirou o longa original.
Essa continuidade criativa ajuda a preservar o estilo que conquistou o público há quase vinte anos.
Embora a sequência apresente uma história inédita, assistir ao longa original faz bastante diferença.
O primeiro filme explica:
Quem já conhece esses acontecimentos entenderá melhor as referências e a evolução dos personagens.
Por outro lado, a nova produção também procura contextualizar os principais eventos para que novos espectadores consigam acompanhar a narrativa.
Quando O Diabo Veste Prada estreou, em 2006, revistas impressas ainda exerciam enorme influência sobre tendências, campanhas publicitárias e grandes marcas.
Hoje, o cenário é completamente diferente.
Influenciadores digitais, redes sociais, vídeos curtos, inteligência artificial e novas plataformas transformaram a forma como consumidores acompanham o universo fashion.
É justamente essa mudança que serve de pano de fundo para a sequência.
Miranda Priestly precisa lidar com um mercado que deixou de depender exclusivamente das tradicionais revistas de moda, enquanto Andy representa uma geração que aprendeu a navegar nesse novo ambiente.
Essa atualização torna o filme muito mais contemporâneo do que simplesmente repetir a fórmula do original.
Poucos filmes conseguiram permanecer tão relevantes por tanto tempo.
Além do enorme sucesso comercial, O Diabo Veste Prada influenciou a moda, a cultura pop e até o ambiente corporativo.
Miranda Priestly virou sinônimo de liderança exigente.
Andy Sachs passou a representar o dilema entre sucesso profissional e qualidade de vida.
Já Nigel tornou-se um dos personagens mais queridos da franquia graças ao humor e aos conselhos dados à protagonista.
Diversas cenas continuam circulando nas redes sociais até hoje, transformando o longa em um clássico para diferentes gerações.
A expectativa é de uma continuação que equilibre nostalgia e renovação.
Os fãs reencontram personagens consagrados, mas agora inseridos em desafios muito mais atuais.
A transformação do mercado editorial, a influência das plataformas digitais, a disputa por relevância na indústria da moda e os conflitos entre tradição e inovação aparecem como temas centrais da narrativa.
Além disso, o retorno do elenco principal e da equipe criativa aumenta a confiança de que a sequência preserve a identidade que tornou o primeiro filme tão popular.
Para quem gostou do filme original, a resposta tende a ser sim.
A sequência aposta no reencontro de personagens icônicos, aprofunda suas trajetórias e atualiza a história para refletir as mudanças vividas pelo mercado da moda e da comunicação nas últimas duas décadas.
Já para quem nunca assistiu ao clássico de 2006, esta também pode ser uma boa oportunidade para conhecer uma das franquias mais influentes do cinema contemporâneo. O ideal é começar pelo primeiro longa, disponível no Disney+, e depois seguir para O Diabo Veste Prada 2, que estreia em 29 de julho de 2026 na plataforma.
Imagem: Reprodução Disney+




