Lançado no dia 10 de junho, “Árvores da Paz” aborda o cenário do Genocídio de Ruanda, que aconteceu em 1994. O filme retrata a história de quatro mulheres, uma hutu grávida, uma freira, uma jovem voluntária e uma tutsi, que se escodem dentro de um sótão em busca da sobrevivência, enquanto seu país sofre ataques.
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Lutando pela sobrevivência
Com o passar dos dias e o cerco se fechando, as mulheres são obrigadas a criar laços se quiserem sobreviver. O filme que está disponível na Netflix é dirigido e roteirizado por Alanna Brown, segundo ela, a ideia surgiu após uma entrevista de mulheres de uma organização que auxilia os sobreviventes do genocídio. Além disso, a diretora visitou o país em 2019, para pesquisar mais sobre a história.
Imagem: Entreter-se
Conheça a história que inspirou o filme
Também conhecido como genocídio tutsi, o massacre aconteceu durante o começo do mês de julho de 1994, durante a Guerra Civil de Ruanda, estimasse que ocorreram cerca de 500 000 a 1 100 000 assassinatos, tudo organizado por membros políticos da elite principal de hutus, que ocupavam cargos altos do Governo de Ruanda. As mortes aconteceram no dia seguinte a morte do presidente ruandês Juvénal Habyarimana.
Milicianos hutus são acusados por cerca de 500 000 estupros de mulheres durante o genocídio, as mortes só tiveram um fim quando o governo ruandês se posicionou, contudo, não houve nenhuma intervenção das Nações Unidas – ONU, visando retirar os civis.
Ainda não assistiu? Confira o trailer oficial de Árvores da Paz